Arquidiocese de Montes Claros inicia processo de beatificação de Madre Maria Angélica
- Quarta-Feira, 08 Julh
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Madre Maria Angélica da EucaristiaArquidiocese de Montes ClarosA Arquidiocese e o Carmelo de Montes Claros deram início ao processo de beatificação de Madre Maria Angélica da Eucaristia (leia sobre a vida dela abaixo). A abertura oficial ocorreu durante uma celebração com a presença de fiéis, religiosos, familiares e amigos da freira.O ato jurídico, chamado Rito de Instalação do Tribunal da Causa de Beatificação e Canonização, marca o começo da fase diocesana. A partir de agora, uma comissão vai investigar a vida, as virtudes e a fama de santidade da fundadora do Carmelo Maria Mãe da Igreja e Paulo VI. A religiosa foi descrita pela Arquidiocese de Montes Claros como "mulher de profunda fé, amor incondicional à Igreja, dedicação absoluta à vida religiosa e amor ao próximo."📲Clique aqui para seguir o canal do g1 Grande Minas no WhatsApp“Vamos visitar a vida, a história, o caminho percorrido por um membro da nossa Igreja, Madre Angélica da Eucaristia. E na vida dela queremos enxergar os traços que devem estar na vida de todos. A santidade é para todos”, disse o arcebispo Dom José Carlos.Cerimônia marcou a abertura oficial do processo diocesano de beatificação de Madre Maria Angélica da EucaristiaLaura TupinambáDurante a cerimônia, o Frei Patrício Sciadini destacou as virtudes da religiosa. “Ela tinha o dom da escuta. Tinha o dom de participar do sofrimento dos outros, de não se cansar de escutar. Hoje nós precisamos escutar com amor. A escuta é gratuita”, afirmou.A mesa de trabalhos do tribunal foi constituída pelo padre Gladysson Eduardo de Miranda Assis (delegado episcopal), o cônego Carlos Henrique Moreira de Souza (promotor de Justiça), Ronaldo Brigini (notário atuário), Analícia Ferreira (notária adjunta) e Paolo Vilotta (vice-postulador da causa).Agora no g1Quem foi Madre Maria Angélica da EucaristiaNascida em 23 de dezembro de 1931, em Grão Mogol (MG), Sophia Maria Esteves de Mello se destacou por “uma vida marcada pela profunda intimidade com Deus, amor à Igreja e fidelidade ao carisma carmelita”, segundo a arquidiocese.Em 1950, ela ingressou no Carmelo Nossa Senhora Aparecida, em Belo Horizonte, onde recebeu o hábito religioso e o nome de Irmã Maria Angélica da Eucaristia. Após professar os votos solenes, em 1956, integrou o grupo fundador do Carmelo de Olinda (PE).A religiosa foi enviada a Montes Claros em 1977 para fundar o Carmelo Maria Mãe da Igreja e Paulo VI.“Sua dedicação era marcada pela alegria no serviço, pela disposição em enfrentar desafios com serenidade e pela confiança irrestrita na Providência. Mesmo após concluir seu último triênio como priora em 2014, permaneceu ativa como vice-priora e mestra de noviças, acompanhando com carinho e sabedoria a formação das novas gerações”, destacou a arquidiocese.Madre Maria Angélica da Eucaristia morreu em 2 de junho de 2018, em Montes Claros. De acordo com a Igreja, ela partiu “deixando um legado de oração, simplicidade e amor à Igreja que continua fecundando gerações”.Madre Maria Angélica da Eucaristia nasceu em 23 de dezembro de 1931Arquidiocese de Montes ClarosLEIA TAMBÉM:Hospital Universitário, em Montes Claros, vai realizar concurso com 73 vagasMoradores dizem que já haviam pedido mudanças em cruzamento onde carro invadiu pizzaria em Montes ClarosPerdeu o prazo? IBGE prorroga inscrições para seleção com mais de 180 vagas na regiãoVídeos do Norte, Centro e Noroeste de MGVeja mais notícias da região em g1 Grande Minas.







